terça-feira, outubro 13, 2026

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CNH com novas regras no RS a partir desta segunda(05/01) Candidatos à primeira habilitação no Rio Grande do Sul já poderão iniciar o processo com novas regras a partir de amanhã.

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CNH com novas regras no RS a partir desta segunda(05/01)
Candidatos à primeira habilitação no Rio Grande do Sul já poderão iniciar o processo com novas regras a partir de amanhã. O DetranRS confirmou a aplicação imediata das mudanças após ajustes no sistema, adotando um modelo híbrido, que mescla exigências novas e procedimentos antigos.
Entre as principais novidades estão o curso teórico gratuito e digital, a redução da carga mínima de aulas práticas para 2 horas e a possibilidade de iniciar o processo pelo Gov.br ou aplicativo CNH do Brasil. A prova teórica, neste primeiro momento, ainda seguirá o modelo antigo, por falta de integração com o banco nacional de questões.
O exame toxicológico só será exigido após regulamentação do Contran. Já o exame prático segue o formato atual. Candidatos também podem optar por continuar com as regras antigas durante o período de adaptação.
ℹ️ Instrutores autônomos e uso de veículo próprio ainda dependem de regulamentação.

Obra no antigo Nacional de Viamão chama atenção e levanta expectativa das Lojas Renner

Quem passa em frente ao antigo supermercado Nacional, no Centro de Viamão, já percebe
movimentações e obras sendo realizadas na parte interna do prédio.
A movimentação chamou a atenção de moradores e de quem circula diariamente pelo local, levantando uma pergunta: será que começaram as obras para a instalação da Loja Renner em Viamão?
Até o momento, não há confirmação oficial de que as intervenções sejam, de fato, relacionadas à instalação da Renner no endereço.
As obras, no entanto, aumentaram a expectativa entre os moradores, especialmente diante dos rumores sobre a chegada da tradicional rede varejista à cidade.
O antigo espaço do Nacional é um dos pontos comerciais conhecidos da região central e uma eventual instalação de uma grande loja no local poderia movimentar ainda mais o comércio e o fluxo de consumidores no Centro.

Homem-Aranha alcança marca bilionária e mostra que o público ainda quer ver Peter Parker nas telonas

Novo filme com Tom Holland supera US$ 2 bilhões em bilheteria mundial e entra em um grupo restrito da história do cinema.
Há personagens que passam pelo cinema e fazem sucesso. E há aqueles que parecem pertencer a várias gerações ao mesmo tempo. O Homem-Aranha está nesse segundo grupo.
Homem-Aranha: Um Novo Dia acaba de alcançar uma marca que poucos filmes conseguiram: mais de US$ 2 bilhões arrecadados nas bilheterias de todo o mundo.
O resultado coloca a produção entre apenas oito filmes que chegaram a esse valor na história do cinema.
Para uma franquia que já ganhou diferentes versões, atores e histórias ao longo dos anos, o desempenho mostra que o interesse pelo personagem continua longe de desaparecer.
O que torna o Homem-Aranha tão popular?
Talvez a resposta esteja no próprio Peter Parker.
Enquanto muitos super-heróis parecem distantes da realidade do público, Peter precisa conciliar responsabilidades, perdas e decisões pessoais com a obrigação de salvar outras pessoas.
Ele pode enfrentar ameaças gigantescas, mas também precisa lidar com problemas que qualquer pessoa consegue compreender.
É essa mistura que acompanha o personagem desde suas primeiras histórias e que ajudou a transformar o Homem-Aranha em um dos maiores nomes da cultura pop.
Uma nova fase para Peter Parker.
Na atual fase cinematográfica, Tom Holland continua dando vida ao personagem.
O novo filme chega depois de acontecimentos que mudaram completamente a vida de Peter. Agora, o herói precisa seguir adiante e encarar uma realidade diferente,
enquanto continua tentando proteger a cidade.
Essa mudança também ajuda a explicar a curiosidade do público. Depois de acompanhar Peter em diferentes momentos de sua trajetória, os espectadores querem descobrir qual será o próximo capítulo.
E os números mostram que muita gente decidiu descobrir isso dentro das salas de cinema.
Um resultado que vai além dos super-heróis.
A marca de US$ 2 bilhões não representa apenas mais um recorde para uma produção da Marvel ou da Sony.
Em um momento em que o mercado cinematográfico disputa a atenção do público com diferentes formas de entretenimento, conseguir levar milhões de pessoas às
salas de cinema é um feito significativo.
O resultado de Um Novo Dia reforça que grandes personagens ainda conseguem transformar uma estreia em um verdadeiro acontecimento mundial.
O Homem-Aranha já foi adolescente, adulto, aluno, herói inexperiente e personagem marcado por grandes perdas. Cada geração encontrou uma maneira diferente
de se identificar com Peter Parker.
Talvez seja justamente por isso que, décadas depois de sua criação, ele continue funcionando tão bem.
De volta ao topo
Com mais de US$ 2 bilhões em bilheteria, Homem-Aranha: Um Novo Dia não apenas celebra o sucesso de um novo filme. A produção mostra que existe espaço para
novas histórias quando o personagem consegue continuar despertando identificação no público.
No fim das contas, Peter Parker continua fazendo aquilo que sabe melhor: cair, levantar e seguir em frente.
Só que, desta vez, ele está fazendo isso diante de milhões de espectadores ao redor do mundo.

Alfinetadas: A cidade da propaganda e dos buracos

Tem cidade que vive de obras. Viamão, pelo visto, resolveu viver de vídeos. Enquanto as redes sociais exibem imagens bonitas, filtros bem escolhidos e discursos otimistas, basta sair do centro e percorrer alguns bairros para encontrar uma realidade que não cabe na edição de um vídeo institucional.
A pergunta que fica é simples: onde termina a propaganda e começa a cidade real?
Os moradores das comunidades mais afastadas conhecem bem essa resposta. Ruas esburacadas, estradas quase intransitáveis, iluminação precária, mato tomando conta dos espaços públicos e a sensação de abandono que cresce a cada chuva. O problema não
nasceu ontem, é verdade. Mas quem assume uma prefeitura também assume a responsabilidade de apresentar soluções, não apenas justificativas.
Curioso como alguns bairros parecem entrar no mapa apenas quando se aproxima uma eleição. Nessa época aparecem sorrisos, promessas, abraços, selfies e até caminhadas pelas ruas que, no restante do mandato, parecem invisíveis aos olhos do poder público. Depois das urnas fechadas, muitos moradores voltam a esperar… e esperar… e esperar.
Enquanto isso, quem precisa levar uma criança para a escola enfrenta lama. Quem depende do transporte público convive com atrasos e dificuldades. Comerciantes lutam para manter as portas abertas em meio à falta de infraestrutura. E o cidadão segue pagando seus impostos, esperando que eles retornem em serviços
de qualidade.
Governar exige mais do que produzir boas imagens. Exige ouvir a população, visitar as comunidades sem avisar antes, colocar os pés na realidade e entender
que uma cidade não se administra apenas pelas redes sociais.
Viamão merece planejamento, manutenção e respeito. Merece que todas as regiões sejam tratadas com a mesma importância, independentemente do CEP ou da quantidade de votos que possam render.
Porque o eleitor não precisa de maquiagem urbana. Precisa de ruas dignas, serviços funcionando e respostas concretas.
E fica a alfinetada da semana: as promessas costumam chegar de carro oficial, mas, para muitos moradores, o asfalto prometido continua chegando apenas na imaginação.
Até a próxima.
Lili Veneno
Onde a ironia encontra a verdade das ruas.

Viamão é maior que Nova York, e isso não é brincadeira

Pode parecer piada, mas não é: Viamão é maior que Nova York. E aqui não estamos falando de população, nem de arranha-céus, muito menos de fama. O assunto é território, pura e simplesmente.
Nossa cidade, conhecida pela história rica e pelas paisagens de tirar o fôlego, tem uma área territorial maior do que a da metrópole mais famosa dos Estados Unidos (mundo).
Viamão possui cerca de 1.496 km², enquanto Nova York soma aproximadamente 1.214 km². Fazendo as contas, isso quer dizer que A Velha Capital é cerca de 23% maior que a Big Apple.
E tem mais uma comparação interessante. O Rio Hudson, símbolo turístico de Nova York, percorre cerca de 45 quilômetros dentro da cidade. Já por aqui, o lago Guaíba e seu entorno formam uma paisagem que se estende por cerca de 55 quilômetros na região de
Viamão.
Mas, convenhamos, existe uma disputa em que nenhum número consegue decidir o resultado: o pôr do sol do nosso Itapuã. Nesse ponto, talvez seja melhor deixar a torcida falar.
A história de Viamão guarda ainda outras curiosidades que merecem destaque, como a fundação do Autódromo de Tarumã, criado em 17 de junho de 1953, e o nosso farol do período imperial. Porém são assuntos que merecem uma matéria à parte, então fica a promessa para um próximo capítulo.
Por enquanto, vale a provocação: da próxima vez que alguém disser que Nova York é gigante, lembre-se de que, no mapa, Viamão não fica atrás. Na verdade, sai na frente.
Sobre o texto acima eu não falei sobre geografia e sim sobre potencial econômico e financeiro de nossa amada cidade.
Por Ravi Cambraia

Rogério Vargas

Minha história muitas pessoas já conhecem, mas hoje quero contar um pouco mais sobre o que existe por trás de quem vocês veem trabalhando com comunicação.
Comecei a falar somente depois dos 6 anos. Lembro da minha mãe procurando especialistas para entender o que eu tinha. Graças a uma professora, fui encaminhado para uma fonoaudióloga e começou uma longa caminhada.
Desde criança, tive dificuldades para pronunciar algumas palavras, principalmente as que tinham o som do “R”. Por causa disso, sofri bullying. Mesmo assim, nunca deixei que isso me impedisse de seguir em frente.
Na adolescência, descobri que era autista. Naquela época, pouco se falava sobre autismo. Por vergonha e medo do preconceito, guardei esse segredo por muitosanos e só falei sobre isso na vida adulta.
Depois de me formar como técnico em Agricultura, a vida me levou para a educação. Tornei-me professor e trabalhei com informática, inglês e espanhol.
Durante a pandemia, comecei a atuar como ADM do Viamão 24 Horas. O que começou como uma oportunidade se transformou em algo muito maior. Hoje, tenho orgulho de ter ajudado a transformar o Viamão 24 Horas em um dos grandes canais de comunicação da
região metropolitana.
Meu pai foi jornalista e radialista e sempre dizia que eu tinha potencial para seguir no jornalismo. Ele sabia da minha vergonha de falar, mas acreditava que eu conseguiria. E ele estava certo.
Hoje sou jornalista, comunicador e administrador de uma página que alcança milhares de pessoas. Continuo falando, mesmo com algumas palavras ainda difíceis.
Sou casado há 17 anos, sou feliz e nunca deixei que minha dificuldade de fala definisse quem eu sou.
O que ainda me entristece é ver pessoas, inclusive algumas que se dizem jornalistas, fazendo piadas com a minha dificuldade. Tenho vergonha de quem precisa rir de um problema sério para tentar aparecer e de quem apoia esse comportamento.
Na adolescência, por causa do preconceito e das piadas, passei por momentos muito difíceis. Pensamentos ruins passaram pela minha cabeça. Mas eu continuei.
Hoje penso: ainda bem que não desisti.
Ser jornalista tendo dislalia e sendo neurodivergente me ensinou que comunicação não está apenas na pronúncia perfeita. Está na coragem de falar, na capacidade de ouvir, na vontade de informar e na responsabilidade de levar informação. Minha voz pode ter sido diferente desde criança, mas nunca deixou de ter algo para dizer.
Se a minha história puder inspirar uma criança que sofre bullying, um jovem que tem vergonha de ser diferente ou alguém que acredita que não realizará seus
sonhos, tudo já terá valido a pena.
Eu sou a prova de que uma dificuldade não determina o nosso futuro.
Eu tive dificuldades para falar.
Mas nunca tive dificuldade para sonhar.
Hoje continuo aqui, falando, trabalhando, aprendendo e fazendo jornalismo.
Porque ser diferente nunca me impediu de chegar onde eu queria.
Rogério Vargas

Entre a Fé, a Cultura e a Tradição

Saúdo a todos e começo este primeiro texto me apresentando e explicando qual será o foco desta coluna.
Sou ialorixá do Batuque do Rio Grande do Sul, uma religião de matriz africana e uma importante expressão da cultura afro-gaúcha. O Batuque foi construído a partir das tradições trazidas pelos povos africanos escravizados que chegaram ao Rio Grande do Sul,
entre eles, aqueles que foram submetidos ao trabalho nas charqueadas. Mesmo diante da violência, da escravidão e das tentativas de apagar suas culturas, esses povos conseguiram preservar conhecimentos, costumes, espiritualidade e ancestralidade, transmitindo-os de geração em geração.
É justamente sobre essa riqueza que quero falar. Quero deixar claro, desde o primeiro texto, que o objetivo desta coluna não é ensinar religião. Religião se aprende dentro dos terreiros, através da convivência, da orientação dos mais velhos, da experiência e da vivência com a comunidade. Cada terreiro possui seus fundamentos, suas tradições e seus segredos, que devem ser respeitados.
O objetivo desta coluna é desmistificar e mostrar o quanto as religiões de matriz africana são belas, ricas em cultura, história e ancestralidade.
Durante muito tempo, essas religiões foram apresentadas de maneira preconceituosa, cercadas por medo, estereótipos e desinformação. Muitas pessoas acabam conhecendo apenas aquilo que ouviram falar, sem nunca compreender a verdadeira dimensão cultural
e espiritual dessas tradições.
Quero falar sobre a nossa história, sobre os símbolos, os costumes, a ancestralidade e a importância de manter viva uma tradição que resistiu ao tempo. Não pretendo falar por todos os terreiros, nem colocar minha experiência como uma verdade absoluta. Quero
compartilhar conhecimento a partir da minha vivência como ialorixá e, acima de tudo, contribuir para que mais pessoas possam conhecer e respeitar aquilo que muitas
vezes é julgado sem ser compreendido.
Que esta coluna seja um espaço de informação, respeito e reflexão. Um lugar onde possamos falar de religião, cultura e ancestralidade sem preconceito.
Porque conhecer também é uma forma de respeitar.
Sejam todos bem-vindos.
Luiza de Bará

Política e Tensão

PERIGO NA RUA
O medo de postes danificados ou prestes a cair é um problema grave e constante por toda parte de Viamão, gerando reclamações frequentes contra a CEEE Equatorial por causa de estruturas antigas de madeira, inclinações acentuadas e fios soltos que colocam pedestres e motoristas em perigo. A foto registra (21.08), um poste de luz prestes a cair em cima dos carros ou se escorar no telhado da Emei Gaúcha, na Rua Guararapes, esquina com a Visconde de Inhaúma

DESTAQUE NA EDUCAÇÃO

A Escola Governador Walter Jobim, localizada na Vila Santa Isabel, em Viamão, conquistou os holofotes ao registrar um dos maiores avanços do território gaúcho nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Em um universo de 1,5 mil escolas estaduais avaliadas, a instituição saltou de uma nota 3,6 em 2023 para a média 6,0 no IDEB 2025. O crescimento de 2,4 pontos evidencia o empenho pedagógico e o trabalho integrado da comunidade escolar. Na solenidade, de premiação no Palácio Piratini, em 19/08, o colégio foi representado
pela diretora Ângela Nogueira Cortomiglia*.

BONATTO SEGUE AFASTADO

A executiva estadual do PSDB obteve na Justiça uma liminar afastando do cargo o deputado estadual Valdir Bonatto, hoje no PSD, sob a justificativa de infidelidade partidária, em razão do mesmo ter migrado para o PSD, fora do prazo de migração. Após o pedido de vistas pelo desembargador, Antônio Maria, o retorno do julgamento da ação está programado para o dia 27 de agosto/26, no TRE/RS.

MALHETE NÃO BATEU SENTENÇA

O mandato dos chefes do Executivo viamonense ainda é alvo de disputa judicial e preocupação no TSE. Por denúncia do PT, após o TRE-RS ter determinado a cassação da chapa Bortoletti e Maninho, por 4 votos a 3, sob a acusação de abuso de poder político devido à participação dos políticos no evento de reabertura do Parque Saint’ Hilaire em 2024, a ministra Estela Aranha concedeu uma liminar revertendo a sentença em 2º grau.
Agora, está sendo julgado o agravo de interpelação do PT em sessão virtual, e o estranho que dos sete ministros, três já tinham registrado votos favoráveis aos réus, mas após o pedido de vistas do ministro Floriano Azeredo Marques, os ministros Dias Tóffoli retiraram seus votos´.
Neste momento a sessão virtual está supensa.

Algoritmos e Programação – Aula 1: Variáveis e Operador de Atribuição

Olá! Meu nome é Diego. Trabalho há anos com educação e desenvolvimento de software, e meu objetivo aqui é ensinar programação de forma simples, prática e acessível para quem deseja conhecer essa área, desenvolver uma nova habilidade ou iniciar uma carreira como desenvolvedor.
Durante nossas colunas, usaremos a Linguagem C para aprender lógica de programação. Embora os exemplos sejam nela, os conceitos valem para praticamente qualquer linguagem. O mais importante agora não é decorar comandos, mas compreender a lógica de resolver problemas.
Antes de escrevermos código, precisamos entender dois conceitos fundamentais: variáveis e o operador de atribuição.
Uma variável é um espaço reservado na memória do computador para guardar informações. Imagine uma caixa identificada por um nome, onde guardamos um
valor para usar posteriormente.
Veja o exemplo: X = 15 * 18;
Em Linguagem C, o símbolo de igual (=) representa o operador de atribuição. Ele indica que a variável à esquerda recebe o resultado da expressão que está à direita. A instrução acima é lida assim: “X recebe o resultado de 15 vezes 18.”
Primeiro, o computador realiza o cálculo (15 x 18), obtendo 270. Depois, armazena esse resultado na variável X. Sempre que o programa precisar dessa variável, utilizará o valor 270. Esse conceito é a base de tudo, pois passaremos o tempo todo criando variáveis e atribuindo valores para que o computador execute tarefas.
Exercício:
Analise a instrução: Y = 4 – 2;
Como ela deve ser lida? Qual valor será guardado na variável Y?
Na próxima coluna, conheceremos os operadores aritméticos e veremos como realizar cálculos matemáticos dentro de um programa.
Acesse https://escolamultipla.online para exemplos e materiais complementares. Se necessário, também me coloco à disposição para esclarecer dúvidas ou oferecer aulas de forma totalmente voluntária e gratuita.
Diego Borges de Oliveira
Escola Múltipla

Neurodesenvolvimento: o que acontece no cérebro enquanto uma pessoa aprende a ser quem é?

Falar, brincar, aprender, controlar impulsos, lidar com frustrações e compreender o outro fazem parte de um processo chamado neurodesenvolvimento. Neurodesenvolvimento é o processo pelo qual o cérebro e o sistema nervoso se formam, amadurecem e organizam funções essenciais à vida. Começa antes do nascimento e é influenciado por fatores genéticos, biológicos, ambientais e pelas experiências. Quando uma criança aprende uma palavra, monta um quebra-cabeça, interage ou tenta controlar uma emoção, seu cérebro cria e reorganiza conexões. Essa capacidade de adaptação é chamada de plasticidade cerebral. Desenvolver-se envolve muito mais do que inteligência. Atenção, memória, linguagem, funções executivas, coordenação motora, processamento sensorial, regulação emocional, interação social e autonomia atuam de forma integrada. Por isso, uma dificuldade infantil nem sempre tem uma explicação simples. Uma criança que não acompanha a turma pode apresentar dificuldades de atenção, linguagem, aprendizagem, sono, ansiedade ou processamento sensorial. Comportamentos interpretados como “birra”, “teimosia” ou “desinteresse” também podem sinalizar sobrecarga ou dificuldade de autorregulação. Cada criança possui seu ritmo, mas “cada uma tem seu tempo” não deve impedir a observação de sinais persistentes. O mais importante é perceber se há evolução, aquisição de habilidades, perdas de capacidades já adquiridas ou prejuízos na comunicação, aprendizagem, autonomia e socialização. Neurodesenvolvimento e neurodivergência não são sinônimos. O primeiro descreve o desenvolvimento do sistema nervoso; o segundo se refere a formas de funcionamento neurológico diferentes do padrão mais frequente, como pode ocorrer no autismo, TDAH e em outras condições. Nenhum sinal isolado define um diagnóstico. Agitação não significa automaticamente TDAH; sensibilidade a sons não confirma autismo; dificuldade de leitura, sozinha, não determina dislexia. Uma avaliação responsável considera a história do desenvolvimento, a intensidade dos sinais e o impacto na vida cotidiana. NEUROCAST • Informação • Conexão • Empatia • Inclusão Na escola, algumas dificuldades ficam mais evidentes diante das exigências de atenção, organização, convivência e aprendizagem. A observação dos professores, somada às informações da família e à avaliação profissional, amplia a compreensão sobre a criança. Investigar não é rotular. Quando bem conduzida, a avaliação pode orientar intervenções, adaptações e estratégias mais adequadas. Talvez a pergunta mais útil não seja “por que essa criança não faz como as outras?”, mas “o que está dificultando que ela consiga?” Compreender o neurodesenvolvimento é olhar além do comportamento. É reconhecer diferentes formas de aprender, comunicar, sentir e se relacionar com o mundo, transformando julgamento em compreensão, estratégia e oportunidade.

Ana Esperante – Neuropsicopedagoga

Voltar às raízes também pode significar começar algo novo

Sou Tamires Fonseca, jornalista de formação, graduada pela Unisinos em 2012/2. Foi no jornalismo que comecei minha trajetória profissional e onde aprendi algo que levo comigo até hoje: comunicar é muito mais do que transmitir uma informação. É saber observar, compreender histórias e encontrar a melhor forma de conectá-las às pessoas. Ao longo dos anos, minha carreira acabou seguindo outros caminhos dentro da própria comunicação. Entrei no universo do marketing, me especializei em design gráfico, marketing digital, social media e produção de conteúdo para redes sociais. Também aprofundei meus conhecimentos em inteligência artificial e neuromarketing, sempre buscando entender como pessoas, marcas e empresas podem se comunicar de maneira mais estratégica e verdadeira. São 14 anos de mercado e uma paixão que permaneceu a mesma durante todo esse tempo: conteúdo. Palavras, imagens, ideias e estratégias capazes de traduzir o melhor de uma empresa, de uma pessoa ou de um projeto. Atualmente, também integro o BNI Capitania Viamão/Alvorada, grupo de networking profissional do qual tenho a honra de ser presidente até o final de setembro. Uma experiência que ampliou ainda mais meu contato com empreendedores, empresários e profissionais de diferentes segmentos e, principalmente, com os desafios reais de quem movimenta a economia da nossa região todos os dias. Agora, a convite do Pavão, do Ramon e do Roger, retorno de forma ainda mais próxima às minhas raízes ao assumir a editoria-chefe do Jornal Viamão 24h, participando da organização, condução e construção editorial do jornal ao lado do diagramador Carlos Charqueiro, amigo e parceiro de trabalho de longa data. E este espaço também nasce com esse novo momento. Nas próximas edições, esta coluna será um ponto de encontro para conversarmos sobre empreendedorismo, marketing, comunicação, redes sociais, inteligência artificial, comportamento de consumo e negócios. Quero trazer experiências, informações, provocações e dicas que possam contribuir de verdade para quem empreende, trabalha e busca crescer. Depois de tantos anos comunicando histórias de outras marcas e empresas, voltar ao jornalismo tem um sabor especial. Sejam muito bem-vindos. Este é apenas o começo de um novo capítulo.

Tamires Fonseca
Jornalista | Editora-chefe do Jornal Viamão 24h

VIAMÃO 24 HORAS
Jornal de circulação local • Viamão/RS
Direção / Responsável pelo jornal
Rogerio Luis Franqui Vargas
Editor(a)-chefe / Jornalista responsável
Tamires Fonseca – MTB/16812
Editor de Arte e Diagramação
Carlos Andrei Charqueiro
Impressão: Gráfica UMA – Porto Alegre – RS
Contato Viamão 24 Horas
WhatsApp: (51) 51 99426-9319
Periodicidade: semanal
Tiragem: 5 mil exemplares
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